
Ela vem através de um rádio
Tão distante quanto eu, ou você duvida?
Eu já andei por muito tempo
Apenas procurando um lugar que fosse meu
Eu caminhei contra o vento
Até perceber que o castelo de cartas me envolveu
A canção fala onde estão os sonhos que já sonhei
E pra onde eles foram quando eu acordei
Para viver mais um dia no castelo de cartas
Alguém desamarre as cordas que me prendem
A água está subindo e eu sei que vou me afogar
Alguém destrua o espetáculo e cesse a mágica
Não há nenhuma lógica em me fazer esperar...
A música fica mais intensa e um garoto parece querer me ajudar
Mas ele é tão imaturo quanto os outros que pagaram para entrar
Na tentativa de sorrir a me ver como palhaço chorar
Eu vou incendiar tudo a minha volta! E todos irão queimar!
Começando pelo castelo de cartas
Minha maquiagem é pesada e você não pode me reconhecer
Nada é tão espontâneo e simples com costumava ser
Um dia eu vou ser livre para espalhar todas minhas cores
E todas elas formarão uma maré gigantesca que cairá em você
2 de junho de 2009 às 07:14
"Minha maquiagem é pesada e você não pode me reconhecer
Nada é tão espontâneo e simples com costumava ser
Um dia eu vou ser livre para espalhar todas minhas cores
E todas elas formarão uma maré gigantesca que cairá em você"
Nossa, essa foi produnda! *-*
Muito lindo! Parabéns!
Meu beijo ;*
2 de junho de 2009 às 08:22
ae cara ainda bem que tu voltou, seus poemas são bem fodas, abrass rapá
2 de junho de 2009 às 10:57
esse teu jeito de escrever é tão diferente, tão... surrealista!
a imagem ali tb! hehhee
bjos!
2 de junho de 2009 às 11:25
Concordo com a Ana. Surrealista. Dá asas a nossa imaginação. Gostei muito do poema. Pra quem detesta estudar, vc eh muito inteligente... rs Meu tema de hoje eh justamente a educação...rs Ahhh seja bem vindo a nação tricolor. rs ;**
2 de junho de 2009 às 11:30
Muito bonito! Adorei!
Bjs
2 de junho de 2009 às 11:55
Que desabafo. Um dia todos nós cansamos da máscara que carregamos. Do papel que costumamos representar. Joga tudo pra fora.
Um beijo.
2 de junho de 2009 às 16:05
Não há nenhuma lógica em me fazer esperar
veei tbm não sei pra esperar por exemplo o amor *-*
odeio esperar kkk
2 de junho de 2009 às 17:17
Ahhh é você o criador daquele selo infame ..kkkk valeu :)
Adorei seu poema :)
Um abraço
2 de junho de 2009 às 18:10
huun... bom post. :D
muito bem escrito, ou nesse caso, digitado. ^^
-
www.imperiodosolnascente.blogspot.com
2 de junho de 2009 às 19:09
Um abrass grande meu camarada e continua escrevendo estes posts muito fodas
2 de junho de 2009 às 19:43
Estou devendo a postagem do selinho Stefhany. Juro que logo mais vou cumprir!
2 de junho de 2009 às 20:32
ficou lindo!!!! beijoss
2 de junho de 2009 às 22:07
Oi! Vim retribuir o comentário e me desculpar pela demora!
Quero avisar que agora a senhorita está no utiliblog gente! Depois passem lá!
E a causa da minha demora para passar aqui é exatamente a porcaria da escola! E hoje eu não podia sair sem dizer que o título do blog de você é a perfeita para ser usada nesse momento! Gente eu confesso estou detestando estudar!!!
Beijos e passem no utiliblog!^^
2 de junho de 2009 às 22:44
Um dia as cordas iram arrebentar sozinhas, com a sua própria força, sem a ajuda de ninguém. Você é capaz.
Sucesso pra nós. beijos
11 de junho de 2009 às 21:48
Hua, kkk, ha, ha, que momento Nero (de tacar fogo em tudo) foi aquele na quarta estrofe?!
Mas devo concordar que o texto está bonito...
Fiquem com Deus, menino Atreyu e galera.
Um abraço.